domingo, 12 de dezembro de 2010

EU E TODOS ELES (e elas)!

Relacionamentos... O nosso problema é que eles são como nossa carga genética: Cada um tem a sua! Deveríamos poder avaliar as relações como numeros em cálculos matemáticos. Ao menos assim não teríamos tantas surpresas... Às vezes agradáveis e, outras, desagradáveis.
Adoro relacionamentos. Trabalho, família, amizade, amor... A única coisa que tem me aborrecido, ultimamente, é o fato de lidar mal com as interpretações e perspectivas esperadas das minhas ações. Eu não sou um remédio, não venho com bula! Existem coisas fáceis de serem observadas: o que gosto, o que não gosto, o que me faz rir, o que me faz chorar... As minhas observações com relação aos acontecimentos externos. O meu respeito à vida dos outros, às suas escolhas e suas desistências. Procuro encarar o meu desenvolver diário sem esperar reações favoráveis das pessoas com quem trocarei experiências. Entendam: Reações favoráveis ao que EU quero. Me permito a vantagem de ter as idéias modificadas, segundo o que me apresentam. Sou flexível, observadora... Isso em 80% do tempo. Chato é quando insistem e acabam caindo nos 20% restantes.... São eles o suficiente para me fazer entender, forçar os meus meios, as minhas vontades, decisões... Eles são a hora do grito: "Ei, só porque eu escuto e entendo, não quer dizer que você esteja certo!"
As pessoas confundem respeito com obediência. Não sabem mais como reconhecer a oportunidade. A grande maioria se julga super capaz em fazerem vencer sua vontade, mas desconhecem a manipulação que suas ações facilitam.
Ao meu ver, a única possibilidade de relacionamentos saudáveis é o respeito às idéias e vontades externas... E fazer valer isso à você mesmo! Respeitar aos outros e se manter próxima aos que te respeitam!
Foi assim que fiquei com poucos amigos...mas esses, relamente, podendo chamar de amigos! Apesar disso, conhecidos com potencial, tenho aos montes...basta que se mostrem... Enquanto isso, eu espero!

sábado, 16 de outubro de 2010

PLANOS...



Atualmente vivo um momento muito solitário.. Não que isso se dê por vontade, mas por necessidade de mudança... E imposição dos pares, claro!
Todas as vezes que antecedo uma fase de mudança drástica, isso acontece. Sinto como se as pessoas estivessem se afastando, mesmo elas tendendo à aparecerem cada vez mais! Estranho isso: Sentir-se sozinho afogado de pessoas por todos os lados. Isso me faz pensar que a solidão não é a ausência de companhia, mas sim a incapacidade de interação...
Confesso a minha atual exaustão sobre essas mudanças... Não tenho mais paciência para esperar o que pode acontecer. Sinto uma necessidade de previsão cada vez maior. A situação chegou a tal ponto que eu me comparo ao Dr. Spock. Analise da circunstância, estudo das possiveis ações e execução daquela que melhor apresetar possibilidades de acerto. É, acho que estou enchergando a vida como um jogo de xadrez.
A falta de tempo para fazer coisas simples, que me dão prazer, está sendo insuportavelmente cansativa. A falta de tempo é tamanha que eu crio (na mente) uma situação, resolvo e avalio resultados antes mesmo de executar! Na maior parte das vezes o planejamento chega bem antes do tempo para execussão.
Será que é a chegada da época em que temos a verdadeira percepção do pouco tempo que temos para fazermos tudo o que teríamos de fazer? Querem saber? Já que, provavelmente, não terei tempo de fazer tudo o que tenho para fazer, farei uma lista. Como as que as crianças fazem para o Natal. Daí eu vou colocando em prática, por ordem.
Sobrando tempo, eu durmo!

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Olá, queridas... Hoje me deu uma saudade!!!
Estou fazendo minha Yoga todos os dias, sem falta! Ao observar certos fatos como esse, descobri que muitas coisas na minha vida não são mais passageiras como pareciam ser antigamente. Surpreendentemente estou vendo as coisas de forma mais definidas e sem esperar mudanças nelas. Descobri que aceito as pessoas exatamente da forma como são e, além do mais, elas não tem culpa se EU fiz planos sem perguntar as suas opiniões à respeito. Depois que comecei a vê-las assim, como elas mesmas, elas têm me parecido muito mais interessantes... Algumas, é verdade... Porque nem tudo é tão interessante... Sempre há algo que não é tão atrativo assim (entendam esse algo como alguém que, definitivamente, não parece nada interessante). Aprendi também que nem tudo é interessante para mim.
Nessa minha revisão de vida, reparei que as outras pessoas, como eu, são maravilhosas com todos os seus defeitos...se é que podemos chamar assim... Acho que defeito é algo muito pessoal. É algo que nós mesmos achamos em nós! Aquilo que nos incomoda, mesmo que seja por incomodar os outros... rsrsrs...
Ultimamente tenho me importado muito comigo e com as pessoas que realmente me importam... todo o resto passou a ser "confete".
Estou com muitas saudades de vocês... doida para a nossa planejada reunião... e colocar as conversas em dia!!!!
Beijos, minhas queridas, meus CORAÇÕES!!!! Ah, e beijos aos CORAÇÕES que vem aqui nos ler...
Beijocas!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Você assim, do jeito que é!

Há algum tempo eu ando perguntando para algumas pessoas, que julgo serem ímpares na arte do pensamento, sobre qual a melhor forma de você conseguir que uma pessoa se abra com você. Sei, por experiência própria, que nós passamos os anos, os meses, os dias, as horas, os segundos, fugindo... Tentando esconder das “outras partes” o que tememos em nós mesmos. Pode ser algo profundamente pessoal, de aceitação própria, ou algo ligado à existência de um profundo medo da reação da(s) outra(s) pessoa(s). Nesse segundo caso a questão não é de aceitação própria, mas de como aquilo será visto e julgado por outra pessoa. Assim, vivemos dia após dia, dirigindo as ações, que mesmo não sendo inteiramente verdadeiras, funcionam ao propósito de tornarem as nossas vidas possíveis... No trabalho, na vizinhança, nas amizades e no amor (entre duas pessoas. O par.). Agindo assim, sempre fugindo de expor o que tememos não ser aceito pelas outras pessoas, nos tornamos incompletos personagens. Acreditamos que o OUTRO nos aceita, mas esta aceitação pode ser real?! Aí descobrimos que nós mesmos fortalecemos as incertezas, porque a verdade, nua e crua, nunca saberemos de FATO. Mesmo assim, alguns de nós, temos coragem de nos manter de pé... Sozinhos ou acompanhados, caminhando, construindo... A questão é: Precisamos ser aceitos do jeito que somos... Ou que estamos... Ou que nos transformamos.

Ao menos uma questão de má avaliação pessoal é tirada de nós... Assumimos que não somos perfeitos e assim a aceitação do outro passa a ser natural.

Há alguns meses ando profundamente ligada a essas questões, por razões pessoais. Para mim é extremamente difícil definir a forma de construção do pensamento humano, pois penso de maneira diferente. Eu observo a linha de raciocínio, os sintomas, os vícios, as palavras proferidas e indicações. As razões que movem os seres humanos são, definitivamente, o maior indicador de suas condições, sejam elas físicas, mentais ou espirituais. É tudo extremamente exposto... DEFINITIVAMENTE não podemos nos manter a salvo dos outros... A não ser que os outros estejam, DELIBERADAMENTE, cobrindo os olhos.

A convivência humana é, portanto, um dos maiores males da humanidade. A grande maioria é de uma ignorância tão exagerada, que nem os próprios defeitos e falhas são capazes de ver. Apenas as pessoas que aceitam suas falhas e defeitos são capazes de aceitar o outro da forma que ele vem... Ele puro, intocado e exclusivo. Conseguem ver, inclusive, as interpretações que destoam de suas ações costumeiras... Algo que se ilumina com tanta clareza, que apenas não vêem aqueles que, realmente, não podem ver. Fica assinado cada ato da interpretação... Em cada gesto, cada palavra.

Sejamos um pouco mais observadores... Somos capazes de saber quem pode estar conosco... Em quem podemos confiar... Podemos observar e VER, quem nos aceita do jeito que somos sem exigir condições para isso. As demonstrações de amor incondicional se apresentam sempre, na primeira semana ou no decorrer de anos, durante as fugas ou nos reencontros. As pessoas, que devem se manter unidas, NUNCA conseguem permanecer afastadas... Até isso foge do seu controle.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

2010 e o que mais vier... Feliz Vida Nova!!!





Olá, meninas! Hoje percebi quanto tempo se passou de minha ultima postagem... Estou numa vida completamente nova, MINHA. Tão nova que até os medos, do que não se conhece, se tem. Bem, nunca gostei de colocar os sentimentos definidos por palavras.. Medo é um pouco trágico demais... A coisa se coloca mais na excitação... Uma sensação turbulenta e fervilhante dentro do peito. Um sentido de VIDA que não dá para se colocar em palavras.
Há momentos em nossas vidas em que nos deparamos com certas situações desesperadoras, sempre semelhantes, iguais, recorrentes, e insistimos em correr delas. Como se a corrida nos protegesse do FATO. Ridículo isso mas, afinal, nós não fugimos de nós mesmos... Caí, recentemente, na realidade de que EU era o problema. Sempre com uma necessidade recorrente de fugir (adiar) situações inevitáveis e que só tenderiam, a piorar, no decorrer do tempo.
Comecei a enfrentar essa minha realidade com muito cuidado, coisa que me deixa irritada às vezes... Quando temos um sentido elevado de auto-preservação. Quando nos negamos o direito de parecermos ridículos e mostrar que somos inexperientes, inseguros e humanos!
Essa minha nova fase está um pouco conturbada. A minha maior adversária, eu mesma, é terrível!!! Afinal, ela sempre foi tão segura de sí!
Estou me permitindo movimentos, ações e desejos novos... Desbloqueando pessoas e atitudes... Renovando a minha vida.
A dificuldade está, confesso, em aguentar o frio na barriga. Mas eu estou ADORANDO!
Bom estar com vocês novamente, meninas!!!! BEIJOS!!!!