
Finalmente o ano começou... Essa semana foi uma loucura! Entremeada por trabalhos a serem feitos... E a incerteza de receber por eles... Ainda assim é o que faço com o maior prazer. Afinal, qual é o objetivo do trabalho?! Remuneração?! Eu concluí que não...
Nessa Babilônia que vivo no momento, meu oásis é o trabalho. Simplesmente por me ocupar a cabeça com outras coisas que não sejam os problemas alheios.
Sou rodeada por pessoas viciadas no conflito, em problemas inexistentes ou nos pequeninos e insignificantes (que são maximizados ao extremo). Estou cansada... Hora de descansar.
Vou me dar o direito de não olhar para os lados, pois não estarei sendo egoísta. É louvável ajudar o próximo (independente de quão próximo ele seja), mas tentar ajudar a quem não quer ser ajudado é perda de tempo!
Eu quero uma vida, um mar (não de rosas), com calmarias e maremotos. Quero plenitude... Quero sentir o vento. Sair dessa caixa onde todos os meus demônios (e dos outros) habitam comigo. Sinto necessidade de correr pela rua, descalça, e só parar quando não conseguir mais respirar... E, finalmente, parar e colocar todo o ar do mundo dentro de mim.
Quero falar com desconhecidos, dar bom dia para a lua e boa noite para o sol... Quero sentar no meio-fio, subir em árvores e andar nua em casa...
Momento de loucura?! Não... É só um momento de liberdade...
Nessa Babilônia que vivo no momento, meu oásis é o trabalho. Simplesmente por me ocupar a cabeça com outras coisas que não sejam os problemas alheios.
Sou rodeada por pessoas viciadas no conflito, em problemas inexistentes ou nos pequeninos e insignificantes (que são maximizados ao extremo). Estou cansada... Hora de descansar.
Vou me dar o direito de não olhar para os lados, pois não estarei sendo egoísta. É louvável ajudar o próximo (independente de quão próximo ele seja), mas tentar ajudar a quem não quer ser ajudado é perda de tempo!
Eu quero uma vida, um mar (não de rosas), com calmarias e maremotos. Quero plenitude... Quero sentir o vento. Sair dessa caixa onde todos os meus demônios (e dos outros) habitam comigo. Sinto necessidade de correr pela rua, descalça, e só parar quando não conseguir mais respirar... E, finalmente, parar e colocar todo o ar do mundo dentro de mim.
Quero falar com desconhecidos, dar bom dia para a lua e boa noite para o sol... Quero sentar no meio-fio, subir em árvores e andar nua em casa...
Momento de loucura?! Não... É só um momento de liberdade...
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